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Valor da faculdade: qual é o preço médio das mensalidades?

Ingressar no ensino superior é o primeiro passo para uma carreira de sucesso. Nos bancos da universidade, você receberá conhecimentos essenciais para exercer a área escolhida, terá contato com profissionais renomados e dará os primeiros passos no mercado de trabalho por meio de estágios supervisionados. Por isso, o valor da faculdade não pode ser uma barreira para a concretização desse objetivo.

É claro que o lado financeiro não pode ser ignorado, afinal, de nada adianta passar no melhor curso de graduação se os custos da universidade furarem completamente seu orçamento.

Para que você consiga se planejar, este post aponta as diferenças entre os valores das mensalidades, demonstra custos agregados e explica dois dos principais programas de financiamento estudantil. Acompanhe as próximas linhas!

Preço médio das mensalidades

Os custos que envolvem o valor da faculdade vão muito além do preço da mensalidade, mas esse, sem dúvida, é o ponto crucial para muitas pessoas escolherem seu curso ou instituição.

Trata-se de uma conta bastante complexa, pois envolve o cálculo de tudo o que é necessário para o funcionamento do curso: infraestrutura, corpo docente, funcionários, materiais didáticos, equipamentos, atividades pedagógicas etc. Somam-se, ainda, os custos de marketing para manutenção da imagem institucional e até o prestígio do curso.

Em 2017, o Guia do Estudante consultou 961 instituições de ensino superior privadas e fez um levantamento do preço médio das mensalidades de 163 cursos. Além disso, apresentou o preço mínimo e o máximo encontrado em cada uma das carreiras.

De acordo com a publicação, o curso que tem a mensalidade mais cara é Medicina. O valor médio é de R$ 6.631,41, mas chegou a ser cotado a R$ 12.801,28. A mensalidade mais barata nessa carreira foi de R$ 3.612,24.

Na sequência, os cursos que apresentaram as mensalidades mais altas foram Administração e Ciências Contábeis (ambos com picos de R$ 4.956), seguidos do Direito (R$ 4.929). Em média, paga-se pouco mais de R$ 800 para os dois primeiros cursos, e R$ 1.157 para o último.

No entanto, há cursos mais baratos. As carreiras com mensalidade média mais em conta (até R$ 600) são:

  • Agrimensura;

  • Aquicultura;

  • Eletrotécnica Industrial;

  • Comunicação Institucional;

  • Gestão de Cooperativas;

  • Gestão de Turismo;

  • Gestão Desportiva e de Lazer;

  • Gestão Pública;

  • Libras;

  • Musicoterapia;

  • Negócios Imobiliários;

  • Produção Sucroalcoleeira;

  • Segurança do Trabalho;

  • Secretariado;

  • Sistemas Biomédicos.

Outros custos

Além da mensalidade propriamente dita, é preciso considerar os chamados custos indiretos, que fazem parte da vida de universitário. Veja brevemente alguns deles:

Materiais

Normalmente há gastos com a aquisição de materiais bibliográficos, cópias de textos e insumos para a realização de trabalhos. Porém, há cursos que exigem equipamentos individuais específicos, uniforme, além da compra de livros de valor muito acima da média de outras áreas.

Eventos e viagens

Durante o curso, você deverá participar de diversos eventos da sua área. Muitos deles não acontecem dentro da faculdade, o que implica comprar ingressos e, não raro, viajar. Por isso, você deve reservar uma grana para esses momentos.

Transporte

Dependendo de onde você estudar, precisará viajar longas distâncias diariamente. Isso implica não apenas o uso do transporte coletivo, mas, caso você estude em outra cidade, deverá usar o transporte intermunicipal ou pagar serviço de fretamento.

Alimentação

Não dá para ficar sem comer. Ainda que você leve sua marmita e algumas faculdades ofereçam refeitório, não há saída. Tem que pagar. Então, o gasto diário com alimentação também deve ser computado.

Moradia

Em certos casos, a melhor (ou única) saída é deixar a casa dos pais. Por isso, há que se acrescentar as despesas que envolvem a moradia, tais como: aluguel, contas de luz, água, compras do mês etc.

Programas de bolsas de estudo e financiamentos do governo

Felizmente, os programas de bolsa e financiamento estudantil do governo federal têm sido de grande auxílio para muitos jovens cursarem uma faculdade. Esses programas têm diferentes opções de bolsa de estudos e parcelamento das mensalidades. Vamos conhecer agora os dois principais.

ProUni

O programa Universidade para Todos (ProUni) surgiu em 2004, com o objetivo de conceder bolsas integrais ou parciais (em que se paga somente 50% da mensalidade) para cursos de graduação e sequenciais em universidades privadas.

As seleções acontecem todo semestre, e podem concorrer estudantes que ainda não tenham concluído nenhuma graduação. Além disso, é obrigatório ter participado do Enem no período estipulado, conseguido, pelo menos, 450 pontos na média final e não pode ter zerado a redação.

Ainda, é preciso incluir-se em pelo menos 1 dos seguintes requisitos:

  • ter estudado em escola pública no ensino médio;

  • ter estudado parte do ensino médio em escola pública e parte em escola particular, na condição de bolsista integral;

  • portar algum tipo de deficiência.

As bolsas integrais atendem pessoas cuja renda familiar bruta é de até um salário mínimo e meio por cabeça ao mês. Já as bolsas parciais são destinadas aos estudantes cuja renda familiar bruta mensal for de até três salários mínimos por pessoa.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet, no site do ProUni. Ali, os candidatos escolhem até duas opções de curso, instituição e turno, conforme a ordem de preferência.

Uma vez contemplado, o aluno deve se dirigir à faculdade e comprovar os documentos. Há opção de ficar em lista de espera, caso não seja contemplado na primeira lista divulgada.

Fies

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi um programa criado em 1999, para possibilitar o financiamento da graduação de estudantes sem condições de arcar com o valor das mensalidades em instituições privadas.

Com o Fies, é possível solicitar o financiamento de 10% a 100% do curso, e você só começa a pagar após formado. Caso já esteja trabalhando, as parcelas serão descontadas diretamente no salário do estudante e não poderão exceder 30% do montante.

No ano passado, surgiu o “Novo Fies”, apelido dado ao programa após reformulação das regras de adesão. Agora, o Fies é dividido em 3 modalidades, que criaram uma escala de financiamento com diferentes taxas de juros, de acordo com a renda familiar. Em alguns casos, o contrato é feito a juros zero.

Para participar, o estudante precisa ter realizado o Enem a partir de 2010 e obtido, no mínimo, 450 pontos de média, sem zerar na redação. Sua renda familiar também deverá ser de no máximo 5 salários mínimos.

Ele deverá se inscrever no site do Fies, no qual passará por uma seleção. É preciso ficar atento ao calendário de abertura do chamamento, que acontece a cada semestre.

Financiamentos estudantis privados

Algumas instituições também têm seus próprios financiamentos. Esses programas privados podem acontecer em parceria com bancos e empresas que fornecem crédito estudantil ou serem uma iniciativa específica da própria universidade.

Este é o caso do PRO-UNIGRAN, um dos programas de descontos oferecidos pela universidade. Nele, o aluno que estiver frequentando a graduação presencial pagará 50% das mensalidades durante o período de estudos.

A parte que ficar faltando será quitada após a conclusão do curso, tendo como prazo o mesmo período de tempo de estudo. Os valores serão ajustados de acordo com as mensalidades vigentes.

Felizmente, a Unigran Capital oferece cursos de alta qualidade e com infraestrutura adequada para todos os bolsos, além de ter diferentes opções de descontos. Por isso, fazer sua graduação conosco é uma excelente decisão, já que o valor da faculdade deixará de ser um impeditivo para a conquista do seu diploma.

Então, não perca tempo. Conheça como a Unigran Capital pode fazer a diferença para seu futuro profissional entrando em contato conosco por meio de nossos canais de atendimento.

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