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Fazer o que gosta ou o que dá dinheiro? Vamos conversar!

Chega o momento de escolher a profissão e bate aquela insegurança! Com tantas opções de cursos, o melhor é fazer o que gosta ou o que dá dinheiro? Como tomar essa decisão sem se arrepender depois? 

Talvez essa seja a dúvida da maioria dos estudantes, que ficam receosos, e com razão, quanto ao futuro! Será que é importante apenas pensar na estabilidade financeira ou priorizar uma área que vai proporcionar satisfação pessoal?

O que pouca gente imagina é que é possível fazer algo prazeroso e ser bem remunerado por isso. Tudo vai depender do caminho que você resolve traçar e do quanto está disposto a se esforçar pelo seu sonho. Quer entender melhor do que estamos falando? Continue a leitura!

A importância de se autoconhecer

Escolher uma profissão é um momento que gera muita ansiedade, e isso ocorre porque temos a falsa ideia de que nos conhecemos. Você sabe do que realmente gosta? Identifica-se mais com a área de humanas, exatas ou biológicas? Com o que tem vontade trabalhar? Em que tipo de empresa? Com qual público?

É muito importante — antes de tomar qualquer decisão que possa ser desastrosa no futuro — fazer um exercício de autoconhecimento. Reflita sobre as questões:

  • Quais são meus pontos fortes?
  • Quais são meus pontos fracos?
  • O que as pessoas elogiam em minha personalidade?

Em primeiro lugar, pense nesses aspectos sozinho. Depois, converse com familiares e amigos mais próximos para conseguir entender sua essência e seus valores e, assim, poder delimitar algumas áreas do conhecimento com as quais gostaria de trabalhar.

Nessa hora, vale também visitar uma feira de profissões ou ainda fazer um teste de orientação vocacional, caso você não consiga determinar os segmentos nos quais teria prazer de atuar.

O significado de uma profissão

Além do autoconhecimento, é fundamental que o estudante tenha claro qual é o significado de uma profissão. Não se trata de uma mera atividade que você realiza todos os dias para que, no fim do mês, receba um salário. É algo maior, que terá influência em sua vida. De modo geral, passamos cerca de 8 horas por dia no local de trabalho, por isso não é exagero dizer que a empresa se torna nossa segunda casa.

Imagine você ter que acordar cedo de segunda a sexta, enfrentar o trânsito e chegar ao trabalho para fazer algo de que não gosta, mesmo que tenha uma remuneração razoável. A falta de motivação vai atrapalhar o seu convívio com chefe e equipe, vai fazer você produzir menos, procrastinar, além de afetar a sua saúde física e mental.

Agora, quando você se sente realizado profissionalmente, acorda disposto e motivado para dar o seu melhor, enfrentar desafios, propor soluções e ser criativo. Em pouco tempo, consegue se destacar e até ser promovido. Viu só como uma coisa leva à outra?

Dicas para fazer a melhor escolha

Estamos falando de futuro, por isso a sua decisão tem uma importância muito grande. Afinal, você quer se sustentar, ter uma vida confortável, satisfação profissional e também realizar seus sonhos, não é mesmo?

Veja a seguir algumas dicas para fazer a melhor escolha se a sua dúvida é fazer o que gosta ou que dá dinheiro.

Pense no seu perfil

A grande vantagem que os jovens têm hoje é justamente a variedade de cursos para escolher, inclusive em modalidades diferentes, como semipresencial e EAD. Por isso, selecione aqueles que se encaixam no seu perfil. Não é porque sua família sonha com Engenharia que você deve cursar essa área.

A escolha da profissão tem muito a ver com nosso modo de ser. Por exemplo: quem faz Pedagogia deve gostar de trabalhar com crianças, precisa ser paciente, empático e didático; quem busca Arquitetura tem um perfil mais analítico e fica à vontade com números.

Viu só como as áreas exigem profissionais diferentes? Quando você escolhe algo com o qual se identifica, vai ter prazer em estudar, ou seja, sairá da faculdade bastante preparado para enfrentar os desafios do mercado de trabalho.

Além disso, depois de formado, terá vontade de se destacar, realizando cursos de pós-graduação — como uma especialização ou MBA — e aperfeiçoando ainda mais suas habilidades.

Considere o dinamismo do mercado

É claro que você precisa colocar na balança vários aspectos ao escolher entre fazer o que gosta ou o que dá dinheiro, incluindo o cenário do mercado de trabalho para a área que você escolheu. Mas cuidado!

Muitas vezes, um segmento que é tendência hoje, ou seja, que está despontando com remunerações atrativas, pode perder espaço quando você estiver formado. Isso porque o mercado é altamente dinâmico.

Por isso, esse aspecto deve ser analisado de forma bastante racional. Se você buscar um nicho de mercado que está em alta, mas com o qual não se sente conectado, será um profissional ruim e, por conta disso, está fadado a receber um salário mais baixo.

Conheça a rotina dos profissionais

Para ajudar na decisão, que tal conhecer um pouquinho da rotina das profissões? É importante saber como é o dia a dia, as atividades, o público atendido, entre outros fatores, para que você comece a entender a realidade de determinada área.

Estruture um plano de carreira

Sabemos que sua dúvida ainda é em relação à carreira que vai seguir, no entanto, é importante traçar um planejamento antes de entrar na faculdade para visualizar as várias oportunidades que um curso superior pode oferecer.

Vamos supor que você queira trabalhar com meio ambiente, mas sabe que gosta mesmo é da área de humanas. Você pode planejar fazer a faculdade de Direito e se especializar em Direito Ambiental, por exemplo. Viu só como um planejamento estruturado com metas para cumprir pode ajudar a alcançar o seu objetivo?

Fazer o que gosta ou o que dá dinheiro? Se essa pergunta perturba, analise, em primeiro lugar, as áreas nas quais você terá satisfação em trabalhar. Pensar na profissão é pensar em algo que você fará por décadas, por isso tenha em mente que, quanto mais você se dedicar ao seu segmento, mais fácil será conseguir uma boa remuneração pelo seu trabalho.

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